Iremos publicar um ebook com boas práticas de gestão escolar e você pode nos ajudar votando na prática que gostaria de ver compartilhada nesse material. As práticas a serem votadas são fruto da implementação do curso Gestão para a Aprendizagem, oferecido pela Elos Educacional em parceria com o programa Formar. As escolas elaboraram um Plano de Ação e o implementaram, tendo como foco diferentes temáticas que fazem parte dos desafios cotidianos de muitas das escolas públicas brasileiras.

Vote na prática favorita e que gostaria de ver publicada no ebook!

CETI Padre Joaquim Nonato Gomes

Rede: Piauí

CAIC João Mendes Olímpio de Melo

Rede: Piauí

Redução do Bullying
Resumo do plano O plano de ação de combate ao Bullying e ao desrespeito foi elaborado com base nas muitas ocorrências de bullying e desrespeito entre os alunos 5º e 6º ano registradas no MOBIEDUCA.ME (sistema de controle da freqüência do aluno) ; a partir daí convocamos a comunidade escolar para elaborar e implementar um plano de ação para combater as ações de bullying e de desrespeito. O objetivo do plano era reduzir as ocorrências de bullying e desrespeito nas turmas do 5º e 6º ano. E o indicador final, diminuir em 100% o número de ocorrências envolvendo bullying e desrespeito. Inicialmente fizemos o levantamento da quantidade de ocorrências registrados em cada turma no aplicativo e juntamente com equipe definimos as ações realizaríamos ao longo do execução do plano. As ações implementadas no plano trabalharam as dimensões do  Protagonismo Juvenil através de festival de paródias, jogos escolares solidários com temática de combate ao bullying, correio do bem, dia do Abraço, rodas de conversas sobre direitos e deveres e regimento escolar, nossos valores… Quanto a dimensão família,  a escola promoveu reuniões com os pais e um almoço para toda as  famílias dos alunos envolvidos no plano, momento em que aproveitamos para enfatizar que respeito e amor começa em casa.  Outra dimensão foi a formação de professores sobre bullying e novas práticas pedagógicas a fim de avaliar a nossa prática pedagógica e sugerir novas ações. Tivemos ainda a parceria das psicólogos de nossa gerencia de educação trabalhando a temática com todos os alunos. Todas as atividades foram sempre bem divulgadas e protagonizadas pelos alunos. Os alunos elaboram um pequeno VT de divulgação do dia D de mobilização do Plano de ação. A atividade final do plano foi feita a apresentação de um Jornal falado com todas as atividades realizadas no plano de ação durante o evento que chamamos “Não faça Bullying, faça amigos”. Na oportunidade foram divulgados os resultados positivos do plano. Todos os alunos receberam adesivos e comemoraram o êxito das atividades.  Finalmente, os resultados da implementação do plano foram analisados com base no levantamento dos registros de ocorrências antes e depois da implementação do plano através do MOBIEDUCA.ME e também por meio de um questionário aplicado entre os alunos sobre o impacto do plano na vida da escola. Os resultados foram excelentes; cerca de 90% dos alunos afirmaram que estão mais conscientes sobre a necessidade combater e não praticar bullying com os amigos, afirmaram ainda que o respeito entre alunos e professores melhorou bastante e o número de ocorrências também diminuiu.
Melhoria da leitura e compreensão textual dos alunos do 9º ano do Ensino Fundamental
Resumo do plano Ao elaborarmos nosso Plano de Ação, percebemos a necessidade de uma intervenção nas turmas de 9º ano, visto que, em sendo o último ano do Ensino Fundamental, nossos alunos precisavam concluir com requisitos necessários ao Ensino Médio e com foco na Língua Portuguesa por entendermos que essa área interfere sobremaneira nas demais disciplinas. O desenvolvimento desse conjunto de ações com um fim comum nos mostrou o quanto podemos e devemos ser dinâmicos no ato de ensinar, para tanto realizamos testes diagnósticos ainda no primeiro semestre no qual detectamos um déficit na leitura de nossos alunos, o que nos fez planejar as ações buscando superar esse problema e melhorar as habilidades leitoras destes. Com o apoio dos professores de Língua Portuguesa que elaboravam atividades com foco nas habilidades de leitura e interpretação, realizamos semanalmente esses encontros para aplicação dessas atividades de reforço dirigido a fim de fazer o NIVELAMENTO da aprendizagem. Atrelado a essa ação, realizamos também um Projeto de Leitura “Quem lê multiplica saberes”, no qual envolvemos os alunos como protagonistas; duas vezes por semana eles montavam cantinhos de leitura na escola nos momentos dos intervalos de lanche e almoço, utilizavam todos os gêneros, pois o objetivo era estimular o hábito da leitura. Nesses espaços eles contavam histórias, além de incentivarem os colegas nas leituras e empréstimos de livros. Nossos momentos de intervalo ficaram até mais tranqüilos, era bonito ver a garotada envolvida nas leituras. Para culminarmos nosso Plano de Ação, realizamos no dia 29 de novembro de 2018 o “DIA D DA LEITURA” onde pudemos demonstrar na prática tudo que foi aplicado em sala de aula. Reconhecemos através das evidências que a escolha das ações foram acertadas, pois nossos alunos melhoraram visivelmente na oralidade, leitura, interpretação e produção textual, além de conseguirmos nosso indicador que descrevia que 100% dos alunos do 9º ano acertassem 80% de uma avaliação interna voltada para a Leitura e Interpretação textual. Nossos agradecimentos à SEDUC por essa oportunidade de termos nos capacitados através da Fundação Lemann, realizado pelo FORMAR e em parceria com a Elos Educacional.
C.E Silvio Romero
E.E Ângelo de Abreu
Rede: Sergipe
Rede: Alagoas
Qualificação da proficiência leitora dos alunos do 1º ano do Ensino Médio
Resumo do plano O nosso plano de ação foi construído de acordo com os dados levantados pela Equipe Estratégica ao realizar a avaliação diagnostica da unidade escolar. Pautada na análise deste diagnostico, decidimos trabalhar o déficit da competência leitora de nossos alunos tendo como meta aprimorar a proficiência leitora dos alunos do 1º ano do Ensino Médio de modo que 100% dos alunos do 1º ano (I, J, K, L, M) acertem 70% das questões do Simulado de Língua Portuguesa elaborado com base nos descritores: D2, D3, D9, D11, D15, D16, D17, D18, D19, D20 e D21 da Matriz de Habilidades do Saeb em LP. Para atingir esse objetivo, entendemos também ser necessário planejar ações envolvendo pais, funcionários e o corpo docente. Tendo isso em vista, desenvolvemos oficinas formativas para os docentes. Com os pais, nós realizamos: reuniões de pais bimestralmente, a “Gincana Estudantil Pais e Filhos, uma relação atemporal” bem como a pesquisa “Relacionamento dos Pais/responsáveis com a escola”. Para o segmento dos funcionários aplicamos a pesquisa Clima Escolar, cuja intenção foi coletar dados sobre as relações interpessoais no colégio e sua influência no processo pedagógico da instituição. Já com os discentes, as professoras de Língua Portuguesa desenvolveram um trabalho pautado nos Descritores, acima referidos, da Matriz de Habilidades do Saeb em LP. O acompanhamento da evolução dos alunos, com base nesse trabalho, foi verificado a partir da aplicação do Simulado de Diagnóstico, Simulado de Avaliação Intermediaria e por fim o Simulado de Avaliação Final. Infelizmente não conseguimos alcançar o percentual de 70% de acerto Avaliação Final, pois as cinco turmas apresentaram o seguinte resultado: o 1ºanos I (53,54%); 1º J (63,64%); K (35,44); L (35,86%) e 1º M (57,69%). Entre os fatores que contribuíram para esses resultados, segundo as professoras e os alunos, o nível de complexidade o tamanho dos textos usados na última avaliação, pouco tempo para responder ao simulado, falta de interesse e/ou comprometimento em responder ao simulado por estarem aprovados na disciplina. Diante da análise das ações realizadas, pretendemos trabalhar junto às docentes estratégias que os auxiliem a planejar atividades em sala de aula que visem aprofundar a competência leitora do nosso alunado e o uso de instrumentos avaliativos coerentes com nível de questões trabalhados em sala.
Redução do abandono escolar no Ensino Médio
Resumo do plano Dados revelam que a maioria dos estudantes abandona a escola antes mesmo de completar o Ensino Fundamental. Dos que ingressam no Ensino Médio um percentual relevante não consegue avançar e acaba desistindo: segundo o Censo Escolar 2015, de cada 100 (cem) alunos dessa etapa, 12 (doze) são reprovados e 8 (oito) abandonam a escola. Sendo o abandono escolar um desafio enfrentado pela maioria das escolas públicas brasileiras, e constatado como um agravo na nossa instituição, a Escola Estadual Ângelo de Abreu, foi elaborado um Plano de Ação visando reduzir o índice de abandono escolar, de 14,83% em 2017, para 4%, em 2018, principalmente nas 1ª séries do Ensino Médio do turno noturno. A inquietude diante dessa realidade levou a gestão junto à comunidade escolar buscar efetivar ações, por meio do Plano de Ação, que contribuíssem para a permanência dos estudantes na escola, dentre as quais pode-se ressaltar como ação de impacto positivo o acompanhamento da frequência dos estudantes e o contato com os familiares dos alunos faltosos para detectar o motivo das faltas e, em situações possíveis, o resgate do aluno. Dentre as várias ações desenvolvidas, ressalta-se a ação 2.1 que, embora vista como positiva por propor a realização de aulas de campo, não apresentou o resultado esperado, visto que o público são estudantes do turno noturno que, por trabalharem no diurno, algumas vezes não podem participar desses momentos de aprendizado. Fazendo uma análise dos resultados obtidos, observou-se que o objetivo foi alcançado parcialmente, visto que o indicador almejado não foi atingido. Tem-se consciência da complexidade do problema, uma vez que são vários os fatores que contribuem para o abandono escolar, nesse sentido a instituição precisa continuar desenvolvendo ações eficientes e efetivas que garantam a permanência  e o sucesso dos estudantes.
EMEF Manoel Francisco da Motta
E.E Profª Stella Gonçalves
Rede: Campina Grande (PB)
Rede: Rio Grande do Norte
Melhoria das habilidades de Língua Portuguesa e Matemática dos alunos dos 3º anos do Ensino Fundamental
Resumo do plano A leitura é parte fundamental no processo educacional, o hábito da leitura deve ser estimulado ainda na infância para que o indivíduo aprenda desde pequeno que ler é algo importante e, acima de tudo, prazeroso, resultando na sua construção. Tomando como referência os resultados da Avaliação do Sistema Municipal de Avaliação da Aprendizagem (SAMA), diagnósticos  bimestrais e outros instrumentos de avaliação, detectou-se um número expressivo de alunos com dificuldades na apreensão dos conhecimentos elementares dos anos iniciais, quanto a leitura e escrita.   Nosso objetivo é elevar em 100% o desempenho acadêmico dos alunos dos 3º Anos do Ensino Fundamental I, que apresentaram dificuldades em leitura, eliminando  os níveis 1 e 2. A Escola Municipal Manoel Francisco da Motta elaborou, Implantou  e executa um plano de ação, a partir do projeto de leitura “O livro fala e a alma responde”: leitura em favor da vida e da aprendizagem com base nos Direitos Humanos, de acordo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS), em ações  que contemplam dimensões importantes da escola. Estas, contribuíram efetivamente para uma mudança de cultura escolar. Sendo, 1. Formação dos professores com estudos, acompanhamentos, análise dos dados obtidos bimestralmente nas avaliações internas e externas; Conselho de classe.  2. Participação e engajamento da comunidade escolar: pais, funcionários, professores e alunos, através da participação efetiva de todos em eventos, plantões pedagógicos e reuniões, bem como Reforço escolar. 3. Ações que fortalecem o protagonismo estudantil como autores e produtores de conhecimento em Mostra pedagógica,  projetos de leitura e escrita, acolhida com músicas, leituras e encenações realizadas pelos alunos, inclusive a culminância do projeto de leitura com uma ação no Asilo São Vicente de Paulo, “Leitura ao pé do ouvido”, em que as crianças fizeram leitura para os idosos, numa interação de gerações, transpondo os muros da escola. 4. Parcerias que contribuem com o alcance do objetivo estabelecido neste plano, com  projetos como Educador Familiar, Afago (Apoio Familiar Através de Grupo Operativo), PIPA (Plano de Intervenção Pedagógico por Aluno), GIP(Gestão de Intervenção Personalizada; Capoeira na Escola, Palestras com professores de outras instituições públicas (universidades); SAMU e Policia Militar. 5. Ações de comunicação para o trabalho realizado na escola, através de convites, convocações, cartazes, redes socias, ofícios, faixas e comunicados e carro com som quando necessário. Em suma, aprendizagem é uma experiência social, afirmamos isso amparados pela perspectiva histórico-cultural de Vigotsky (1989), a educação que dá na vida para além dos muros da escola.
Qualificação da proficiência leitora dos alunos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental
Resumo do plano Em avaliação diagnóstica interna na escola, realizada no início do ano de 2018 com todas as turmas, identificamos que, dos 107 alunos avaliados, apenas 27 (25,2%) leem textos com fluência em todas as turmas, estando, no 1º ano, uma criança lendo frases silabando e as demais ainda no início do processo. Nas outras turmas, 16 leem textos silabando, os demais se dividem entre leitura de frases e palavras. Esses dados denunciaram a necessidade urgente de investir em leitura na escola. Nosso objetivo tronou-se, portanto, melhorar a proficiência leitora dos alunos do 1º ao 5º ano. Estabelecemos como meta, partindo da rubrica (Nível 1 – Não lê-, Nível 2 -Lê palavra silabando-, Nível 3 -Lê palavra fluente-, Nível 4 -Lê frase silabando-, Nível 5 -Lê frase fluente-, Nível 6 -Lê texto silabando-, Nível 7 -Lê texto fluente); chegarmos ao final da intervenção, no 1º ano, com 100% dos alunos no Nível 4, no 2º ano, 100% dos alunos no Nível 6 e do 3º ao 5º ano, 100% dos alunos no Nível 7. Elegemos como ações continuadas: leitura e intervenção leitora de pais, membros da comunidade e responsáveis em momentos de acolhida e nas salas de aula; quintas literárias, com apresentações literárias das turmas; divulgação em redes sociais das inciativas leitoras dos alunos, pais e turmas da escola; mala viajante com livros para leitura em casa com parceria e incentivo dos pais; projeto eu leitor que premiava os alunos que mais liam livros, registrando e expondo suas fotos e quantidades de livros lidos em espaço de destaque na escola e as toalhas literária com poemas e textos colocados sobre toalha transparente do refeitório. Atuamos em diversas dimensões, tais como protagonismo estudantil e da comunidade, parcerias, comunicação, controle, registro e mobilização. Ao final do ano alcançamos, no 1º ano, 9,1% dos alunos na meta e 59,1% da turma, acima da meta, já lendo textos; no 2º ano, 4,8% na meta e 57,2% acima da meta, já em nível de leitura de texto fluente; no 3º ano, totalizamos 66,7% da turma lendo textos fluentemente; no 4º ano 68,4% e o 5º ano 77,8% da turma. Saímos de 27 alunos que liam fluente em fevereiro para 63 em novembro. Assim, considerando os dados apresentados, concluímos o projeto com sentimento de dever cumprido, vivemos na escola o que nos propomos a realiza e, o melhor, sentimos nos resultados e no olhar das crianças o que é mudar o jeito de ver as coisas.
EM Aldo Bonde General
Escola Municipal Profº Osni Vilaca Mongruel
Rede: Ponta Grossa (PR)
Rede: Ponta Grossa (PR)
Resolução de problemas matemáticos junto aos alunos do Ensino Fundamental
Resumo do plano  A escola Aldo Bonde é a maior escola da nossa cidade, atualmente temos quase 1200 alunos, quando assumimos a escola tivemos que repensar e refazer todo o plano de ação, o que teríamos um ano para executar aqui fizemos em pouco mais de 3 meses. Nosso plano teve como objetivo melhorar as habilidades de interpretar e resolver situações problemas, com os alunos do quarto ano do ensino fundamental. Nosso foco principal devido ao pouco tempo, foi na ação do professor, fizemos observações em sala, trabalho efetivo com os alunos, dos professores que participaram da ação no ano passado apenas duas seguem fazendo parte do quadro de funcionários da escola. Após as intervenções, ao juntar a equipe para analisar os resultados percebemos que não atingimos os objetivos,  a melhora foi irrisória. Mas enquanto equipe, nossa recompensa foi muito satisfatória, fizemos uma ação coletiva entre todos para vencer o prazo do projeto e realizar um bom trabalho, hoje a nossa equipe de trabalho está desfeita. Infelizmente não estão todos reunidos para comemorar essa indicação do nosso plano de ação.   Sabemos que embora não tenhamos atingido o objetivo proposto, nossa maior felicidade foi ter efetivado as nossas turmas em tempo integral, sabemos que criança que passa mais tempo na escola tem mais tempo para aprender. E com a continuidade do trabalho iniciado no ano passado sei que poderemos mudar a história da nossa escola; A escola Aldo Bonde , não possui IDEB, no dia da prova choveu  muito e o número de alunos que realizaram a prova não foi suficiente para pontuar. Então esse ano estamos buscando realizar um bom trabalho para garantir um bom índice.
Melhoria da compreensão dos gêneros textuais junto aos alunos do 4º do Ensino
Resumo do plano Tendo como referência o IDEB, que apontou uma redução significativa na aprendizagem dos alunos dos quintos anos de nossa escola, foi realizado levantamento das causas e foram elencadas sugestões para que fosse possível mudar e novamente melhorar o desempenho dos alunos. Partindo desta premissa foi elaborado o Plano de Ação, com objetivo de “melhorar a compreensão de vários gêneros textuais dos alunos dos 4º anos” e tendo como indicador final que “100% dos alunos dos 4º anos alcançassem a meta 7,0 em compreensão de textos”. Esta ação complexa exigiu o comprometimento de todos, estabelecendo prioridades para o inicio de sua execução. O Plano de Ação, norteou de forma mais clara todo o trabalho a ser executado pelos professores e equipe gestora, trazendo um grande aprendizado e contando com a atuação incansável da equipe estratégica na conquista das metas estabelecidas. Entre as ações para atingir o objetivo do Plano de Ação destacam-se: o Dia da Mobilização que foi um momento onde a comunidade conheceu o plano e elencou ações prioritárias para o sucesso do mesmo; acompanhamento dos planejamentos dos professores dos 4º anos; observações das aulas e feedbacks com a análise dos resultados obtidos e reelaboração das ações para efetivação do trabalho pedagógico; formação continuada de professores  com sugestões de dinâmicas atreladas ao trabalho de leitura e compreensão de diversos gêneros textuais, mobilizando para novas práticas; Projeto de Leituração implementado pela SME; acompanhamento e orientações das ações pela Elos Educacional; Rodas de Leitura realizadas mensalmente; revisão do Plano de Ação; contação de histórias dinamizadas pelos pais; participação em projetos de parceria envolvendo a compreensão textual. Todas as ações realizadas foram registradas evidenciando o trabalho e facilitando a análise e feedbacks. As avaliações inicial, intermediária e final possibilitaram o acompanhamento da evolução dos alunos dos 4º anos, por toda a comunidade escolar.  O ponto de partida do Plano de Ação, foi o diagnóstico da aprendizagem dos alunos por meio da avaliação inicial, onde percebemos que 60% dos alunos, conseguiam identificar ideias principais do texto, bem como reconhecer diferentes gêneros, localizando informações implícitas e explicitas dos textos. Após a avaliação final constatamos um avanço de 10% desses indicadores.  O desafio de elaborar e colocar em prática o Plano de Ação, trouxe um legado de novas maneiras de pensar a rotina da escola, envolvendo a formação de professores, a participação da comunidade escolar, o protagonismo estudantil, parcerias e a comunicação para possibilitar a aprendizagem de  novas relações que  potencializem o conhecimento do aluno.
EPG Siqueira Bueno
E.E. Profº Joaquim Torres 
Rede: Guarulhos (SP)
Rede: Rio Grande do Norte 
Aprendizagens de alunos não alfabéticos do 4º ano do Ensino Fundamental
Resumo do plano  Quando iniciamos o curso de Gestão para Aprendizagem e nos foi proposta o desafio da construção do Plano de Ação, ficamos inquietas, pois diversos atores fariam parte de sua implementação. A equipe estratégica foi constituída por membros do Conselho de Escola, educandos e equipe escolar. Com as reuniões e por meio das atividades propostas, como: Análise da Eficácia Escolar e Avaliação Estratégica foram possíveis definirmos o objetivo, a justificativa e o indicador do nosso Plano de Ação. Como 24% de nossos educandos dos 4ºs anos do Ensino Fundamental ainda não estavam alfabéticos, o objetivo foi melhorar o desempenho desses educandos, aumentando o percentual em até 100% na hipótese alfabética. A elaboração do plano de ação versou em estratégias para impactar positivamente a aprendizagem dos educandos, o acolhimento e a auto-estima enquanto princípio do Projeto Político Pedagógico: “Todos pela Paz, Cultivando Valores” também foram pontos fortes no processo. As atividades realizadas foram:
  • Formação de Professores: Estudo do Quadro de Saberes Necessários (QSN) e Base Nacional Comum Curricular (BNCC);
  • Reunião Intersetorial: Encontros mensais com equipe multidisciplinar para acompanhar os de educandos com dificuldades de aprendizagem.
  • Festival literário: Evento com Mostra pública de trabalhos dos educandos. O livro é uma das melhores ferramentas para aprimorar o conhecimento.
  • Parada da leitura: Presença de Escritores e Autores de livros de histórias. A leitura proporciona ao ser humano, a possibilidade de acumular conhecimentos. A unidade de ensino realizou três momentos de Parada da leitura. O livro e a leitura são ferramentas incólumes para aprendizagem.
  • Projeto Dobrar Histórias: Os alunos participaram de “vivências culturais” ampliando o mundo simbólico através da leitura.
  • Projeto “Despertando o Saber”: Uma das principais ações do Plano de Ação, o Projeto é desenvolvido por Professor Readaptado, com atendimento em pequenos grupos de educandos. Para melhorar o desempenho da aprendizagem foram utilizados materiais diversificados: Caixa 10 jogos de Alfabetização do MEC, alfabeto móvel e jogos pedagógicos.
Concluímos a eficácia do Projeto, mesmo não atingindo o 100% do indicador final, porém 92% dos educandos avançaram na aprendizagem, apenas 8% continuam na fase pré-silábica. Ficamos felizes! Muitos evoluíram em seu processo-ensino-aprendizagem, além até do que esperávamos.  Afinal, com laudo ou sem laudo, não desistimos de ninguém, não terminaram todos alfabéticos, mas de uma forma ou de outra, amadureceram, cresceram, evoluíram. Nós enquanto gestores, nos sentimos fortalecidos no sentido de garantir os princípios da cidadania, equidade, pluralismo cultural, liberdade de expressão e respeito ao outro e podemos concluir que “Planejar é antecipar ações para atingir certos objetivos”. Celso dos Santos Vasconcelos
Melhoria da proficiência leitora dos alunos dos 2º e 3º anos do Ensino Fundamental
Resumo do plano O Plano de Ação da Escola de Educação Integral em Tempo Integral Prof. Joaquim Torres teve como objetivo aumentar a proficiência leitora dos alunos das turmas de 2° e 3° anos, uma vez que foi observado nas atividades diagnósticas de Leitura, realizadas no início do ano de 2018, que grande parte dos alunos destas turmas apresentou um déficit nessa habilidade, demonstrando um nível de leitura abaixo do esperado. Diante dessa realidade, vimos a necessidade de propor ações que desenvolvessem as competências de leitura, levando os alunos a vivenciarem experiências que solidificassem os conhecimentos significativos de seu processo de aprendizagem. Todos os segmentos da escola: estudantes, pais, professores e funcionários foram mobilizados a se envolverem em ações que proporcionaram as mais diversas práticas de leitura, tais como piquenique literário na praça do bairro, leitura pública numa Instituição de Idosos, oficinas de leituras, contação de estórias com os estudantes e seus responsáveis, atividades de leitura no Portal Educacional Clickideia, sacola literária com os familiares, dia da troca de livros, mural de sugestões de leitura e leituras deleite no início das aulas. Todas essas ações culminaram em um dia de exposição de trabalhos interdisciplinares que proporcionaram o exercício e aperfeiçoamento das habilidades leitoras dos estudantes. Além disso, durante a execução do Plano de Ação, foram aplicadas avaliações diagnósticas, onde pudemos acompanhar os avanços na leitura. E, ao término das ações, percebemos a importância do planejamento estratégico construído e executado coletivamente. Desta forma, percebemos a relevância do Plano de Ação para a efetivação da aprendizagem. Os alunos apresentaram avanços significativos na leitura e esse resultado só mostra que todo o trabalho realizado durante esse período valeu a pena. 
EMEF Amaro da Costa Barros
EPG Mario Lago
Rede: Campina Grande (PB)
Rede: Guarulhos (SP)
Redução da infrequência dos alunos
Resumo do plano  Depois de refletir bastante sobre o contexto de nossa escola, observamos que a infrequência era causadora de grande parte de nossos problemas. Encontramos, professores desmotivados, alunos evadidos ou mesmo, crianças que mesmo em turmas avançadas, não conseguiam desenvolver a leitura e a escrita, além disso, passamos a analisar nosso acompanhamento da infrequência de forma mais sistemática e haviam alunos com faltas recorrentes todos os meses. Dessa forma, escolhemos como foco para nosso plano de ação a infrequência e percebemos que seria de suma importância engajar alunos e comunidade escolar no processo de aprendizagem e de momentos de nossa escola, para isso iniciamos convidando nossa equipe estratégica e professores a se engajar nesse projeto e nossa primeira ação seria o dia D de mobilização. Entre as decisões tomadas nessa reunião chegamos à conclusão de que nosso dia D, teria como tema a leitura e a vacinação, assim como hábitos saudáveis na nossa vida, incentivando assim, hábitos de cuidado com o corpo e a mente, aproveitando a mobilização para campanha de vacinação contra HPV que acontecia na escola. Os professores desenvolveram atividades com os alunos sobre vacinação, envolvendo a leitura e a escrita e eles até produziram a capa para o convite para o evento. Planejamos ações para eventos como os festejos juninos, tão valorizados em nossa região, nosso primeiro Sarau poético, mostra pedagógica, que contou a história dos 30 anos de nossa escola, momentos que engajassem nossos alunos e suas famílias, esses eventos agitaram nossa escola e proporcionaram momentos de protagonismo estudantil e participação dos pais na nossa escola com muito êxito. Também observamos professores orgulhosos das produções de seus alunos. Diante das experiências vividas no processo de implantação do plano de ação percebemos que o caminho é difícil, há decepções e lentidão. Seguimos firmes, criando estratégias, analisando resultados, sistematizando ideias, definições, tentando tornar escola um local alegre e aconchegante, buscando sanar a infrequência e melhorar o processo de ensino e aprendizagem, assim como, os resultados de nossa escola. Atualmente, transformamos os dados obtidos em gráficos e ao compararmos os pequenos avanços, percebemos que precisamos efetivar as ações nos próximos anos. Algo notório nas reuniões com as famílias é que elas são reféns dos desejos dos filhos e se faz necessário uma intervenção extrafamiliar para garantir os direitos do aluno à educação. Para a resolução do problema da frequência escolar, devemos pensar em atitudes coletivas. Estas ações devem compreender não só os alunos e professores, mas também seus pais e familiares.  
Aprimoramento da competência leitora dos alunos dos 2° anos do ensino fundamental
Resumo do plano Com base nas sondagens do início do ano de 2018 verificamos um número elevado de alunos com dificuldades na leitura e escrita dos segundos anos. Conversamos com a equipe escola sobre os dados das sondagens e a necessidade de ações para avançar a aprendizagem. Definimos o plano de ação com os alunos dos 2º anos do ensino fundamental I e o objetivo era qualificar a competência leitora destes alunos. O nosso indicador era que 90% dos alunos atinjam 85% de acertos na avaliação do Programa Mais Alfabetização, obtendo assim o nível 3. Posteriormente, construímos as ações que foram: formação para os professores e mobilização da comunidade escolar para apresentação e participação do plano.  Ações desenvolvidas  para os alunos: Sacola literária: os alunos levam para casa uma sacola com livros, revistas, jornais, panfletos para lerem com a família. Painel com dicas de leituras: confeccionados pelos alunos mediante leituras realizadas. Troca de Leitores: os alunos realizam leituras para colegas de outras salas. Tivemos mães voluntárias que também leram para os alunos. Caixa de bilhetes: os alunos produziram bilhetes para os colegas e depois acontecia a correção na lousa. Leitura simultânea: envolveu toda a comunidade escolar, os adultos escolhem um livro para ler para os alunos, constroem um cartaz com resumo do livro, os alunos escolheram qual leitura queriam ouvir, fizeram a inscrição e no dia, hora  e local agendado participa da leitura. Os alunos dos quintos alunos realizam as inscrições para os demais alunos. Todos os espaços da escola são utilizados para leitura simultânea. O resultado do plano foi muito significativo, pois avançamos muito na aprendizagem dos alunos e promovemos o contato com diferentes gêneros literários e o hábito a leitura.
Escola Estadual Antônio de Azevedo
Escola Estadual Egídio Barbosa da Silva
Rede: Rio Grande do Norte
Rede: Alagoas
Diminuição da indisciplina e agressividade entre os alunos do Ensino Fundamental II
Resumo do plano  Nos projetos de ensino e aprendizagem, percebemos um diretivismo restrito aos espaços internos dos estabelecimentos escolares, como se o espaço extra escolar (as ameaças) não pudessem ser trabalhadas pela escola. Na Escola Estadual Antônio de Azevedo, Jardim do Seridó- RN, percebemos que, em grande medida, as questões de aprendizagem e seus entraves estavam relacionadas à indisciplina e agressividade (fraqueza) e ao envolvimento de alunos com drogas (ameaça). Desperdiçava-se muito tempo pedagógico criando estratégias para minimizar os conflitos e agilizar a aprendizagem. Diante desse fato, e, a partir das orientações do curso Gestão para a Aprendizagem da Fundação Lemann e  Elos Educacional, percebemos que o potencial de ação da escola poderia  ser direcionado para os fatores externos, mobilizando a sociedade para minimizá-los e, consequentemente, melhorar a qualidade do ensino e da aprendizagem dos alunos. Assumimos assim o compromisso de diminuir em 90% os índices de indisciplina e agressividade na escola, e, para tanto, desenvolvemos as seguintes ações: Mobilização da comunidade interna e externa e voluntários da escola para a temática da indisciplina e agressividade enquanto fator de comprometimento da eficácia do ensino e da aprendizagem; melhoramento do aspecto estético da escola, com arborização, iluminação do entorno e criação de um parquinho de recreação com material reciclado; implantação de sistema de vigilância eletrônica, remanejamento interno de servidores e  formação continuada; oficina sobre  ensino híbrido com os docentes; formação de comissão interescolar para estudo e reformulação das normas de convivência social do Regimento Interno da Escola; elaboração, impressão, distribuição e estudo da Cartilha ‘ Normas de Convivência Escolar” Com as ações supracitadas constatamos que os casos de indisciplina e agressividade foram reduzidos em 95%, o envolvimento do aluno com a construção do conhecimento, passou a fluir sem interrupções, melhorando os índices de aprendizagem. Evidenciamos na avaliação institucional 2018, expressa no Termo de Evidência 017/2019 que 88.5% dos alunos manifestam a tomada de consciência de sua participação na conservação do patrimônio escolar; 79% dos pais percebem a criação de processos de integração escola e comunidade; 90% dos professores dizem que o respeito entre os alunos, garante a eficácia do ensino e 80% dos demais servidores percebem a disponibilidade de cursos de formação voltados para a área de atuação dos mesmos.
Produção e interpretação de texto no Ensino Médio
Resumo do plano Com a análise do diagnóstico da escola detectamos à necessidade de intensificar atividades que desenvolvessem as habilidades em compreensão e produção textual com 83 alunos da 1ª série/2018 do Ensino Médio. Vimos que no IDEB 2015 a média da proficiência em Língua Portuguesa foi 219,99 (nível 4); 66,1% dos alunos das primeiras séries do Ensino Médio apresentaram padrão de desempenho abaixo do básico em Língua Portuguesa (AREAL 2015); 76,47% dos alunos das primeiras séries do Ensino Médio obtiveram nota inferior à média em produção de texto (1º bimestre 2018) e 91,76% dos alunos das primeiras séries do Ensino Médio obtiveram nota inferior à média em Linguagens e seus códigos (Simulado 1º bimestre 2018).    Diante dessa realidade, elaboramos um Plano de Ação para ser desenvolvido nessas turmas, no período de junho a novembro de 2018. Identificamos algumas falhas no planejamento e sugerimos a realização de formação em estratégias de ensino que pudessem reverter os índices obtidos nas últimas avaliações externas e internas. Nossa prioridade no plano de ação foi a melhoria da aprendizagem dos alunos da primeira série do Ensino Médio com foco em compreensão e produção de texto. Iniciamos a execução do plano com uma grande ação: Dia da mobilização – Apresentação do Plano de Ação para toda a comunidade escolar. Entendemos que o envolvimento de todos é essencial para o sucesso da instituição; Em seguida, realizamos a oficina com os professores de Língua Portuguesa das primeiras séries do Ensino Médio em estratégias de ensino para compreensão e produção de texto; Realizamos três momentos de avaliação: inicial, intermediária e final nas turmas A, B e C; Intensificamos o planejamento com os professores de Língua Portuguesa com foco nos descritores voltados para compreensão e produção de texto; Criamos o blog da Escola Estadual Egídio Barbosa da Silva para divulgação das ações; Realizamos roda de leitura diária; Organizamos o pátio da escola para receber os alunos antes do início das aulas com almofadas e livros diversos; Os alunos das primeiras séries do Ensino Médio fizeram leitura nas celebrações religiosas da comunidade; Contação de história feita pelos pais para os alunos das primeiras séries do Ensino Médio;  Indicação de livros para os alunos das primeiras séries do Ensino Médio – leitor multiplicador; Realização de oficinas em Língua Portuguesa, para os alunos das primeiras séries do Ensino Médio,  com foco nos descritores voltados para leitura e compreensão de texto; Contação de história com escritores da região; Realização de oficinas em Língua Portuguesa, para os alunos das primeiras séries do Ensino Médio, com foco nos descritores voltados para produção de texto; Dia da devolutiva com apresentação do portfólio das ações realizadas e os resultados alcançados. Através das avaliações identificamos o progresso na aprendizagem dos alunos com redução do abandono e no índice de reprovação e o aumento na quantidade de alunos leitores e na média dos resultados das avaliações.
E.M Maria A. de Andrade
CEFTI Pequena Rubim
Rede: Ponta Grossa (PR)
Rede: Piauí
Aumento da participação das famílias na escola
Resumo do plano  No início do ano letivo de 2018, foi pensado o plano de ação de forma coletiva. Foi estabelecido o objetivo de aumentar a participação dos pais/ responsáveis na escola e no acompanhamento da vida escolar dos filhos. Uma vez que, nosso maior desafio era a presença efetiva dos pais na escola, como muitas crianças utilizam o transporte escolar da prefeitura, os pais não comparecem a escola, nem mesmo em dia de reuniões. Durante todo o ano foram planejadas e executadas ações para alcançar tal objetivo. Reuniões formativas com professores e funcionários, eventos atrativos para os pais, reuniões diferenciadas, por turma e em três horários, manhã, tarde e noite. A festa Julina e a Tarde do Pastel foram realizadas em finais de semana, apresentaram ótimos resultados, houve grande participação dos pais e comunidade e aprovação dos mesmos. Em todos os dias de reuniões e eventos, cada professora com sua turma preparou uma apresentação para os pais e havia exposição na escola de trabalhos realizados pelos alunos, Notamos que houve avanço, embora não como o esperado, mas, conseguimos aumentar a participação da comunidade na escola. No início do ano letivo haviam 407 alunos matriculados do 1º ano 5º ano. Na primeira reunião para assinatura de pareceres vieram apenas 192 pais/ responsáveis, o que representa 47% dos mesmos. Com as ações desenvolvidas durante o ano, na última reunião realizada para encerramento do ano e assinatura de pareceres, dos 397 alunos matriculados do 1º ao 5º ano, 254 pais/ responsáveis participaram, cerca de quase 64%. Algo interessante que percebemos foi que aumentou significativo na participação das famílias dos alunos do 1º ano. Isso para a escola é muito bom, pois, uma vez que os alunos ingressam na escola e as famílias se interessam e participam ativamente na escola. Ao nosso ver, essa participação vira hábito porque os pais/ responsáveis percebem a importância dessa presença ativa e a diferença na aprendizagem dos alunos. Dos 90 alunos do 1º ano apenas 52 famílias compareceram na primeira reunião para assinatura de pareceres. Na última reunião tivemos a presença de 77 famílias. Um fator que percebemos que foi de grande valia foram as reuniões sendo realizadas em três turnos, (manhã, tarde e noite) pois, a maioria dos pais trabalham e não têm disponibilidade num horário específico. E com essa flexibilidade no horário das reuniões muitos passaram a acompanhar melhor o desempenho do filho(a).
Melhoria da leitura e resolução de situações problema no Ensino Fundamental
Resumo do plano Como parte das atividades do curso de formação da Elos Educacional, analisamos através de vários instrumentais( por exemplo, a FOFA) a realidade de nosso processo de ensino e aprendizagem e constatamos através da análise dos resultados internos que em 2017 dos 132 alunos do 6º ano, ficaram retidos 41 em Matemática, correspondendo a 31% dos alunos, percentual bastante preocupante. Já nas avaliações externas como o SAEPI (SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO ESTADO DO PIAUÍ), os alunos desta série apresentaram em 2016 a proficiência em Matemática de 229,1 e em 2017 de 223,2, em que houve uma pequena queda, porém, continua no Padrão de Desempenho no BÁSICO. Outras avaliações como a OBMEP, também estes estudantes não desenvolveram satisfatoriamente determinadas competências e habilidades essenciais para a aprendizagem de Matemática principalmente no que diz respeito à resolução de problemas, tais como o domínio da norma padrão da Língua Portuguesa e uso da linguagem matemática, aplicação de conceitos, relação e interpretação de dados/informações representadas das diversas formas, capacidade de abstração, de contextualização, de expressão, de compreensão, além de apresentarem muitas dificuldades na aprendizagem dos conteúdos curriculares. Com base nesta realidade, fez-se premente a implementação do presente plano de ações, almejando tornar possível, viável e necessária a união entre o ensino da Matemática e o aprimoramento da linguagem, bem como otimizar a proficiência dos nossos alunos na disciplina de Matemática. Tendo como base estas premissas, depois de seguidas análises das prioridades educacionais de nossa escola e seguindo a orientação dos formadores da Elos, juntamente com a equipe estratégica, construímos nosso plano de ação, em que foi delimitado o público alvo da ação, atores e suas respectivas funções em cada ação.        O público alvo foram os alunos do 6º ano. Objetivo do Plano de Ação: Melhorar a proficiência nos descritores de procedimentos de leitura e interpretação de situações problemas com os alunos do 6º ano do Ensino Fundamental. Indicador: Que 100% dos alunos do 6º ano do Ensino Fundamental acertem no mínimo 80% de uma avaliação interna voltada para a leitura e interpretação de situações problemas.        O processo de implementação das ações do plano não foi fácil, primeiro por conta das demandas acumuladas, devido ao longo período de greve, segundo aos problemas com recursos humanos da escola, deslocados para suprir as necessidades urgentes que surgiram ao longo do percurso, por exemplo, professores de estavam de atestado por quinze dias, outros de licença médica para cirurgia, etc. Mas, aos poucos realizamos as oficinas nas quartas-feiras(Formação no chão da escola) para elaborarmos as atividades, focalizando os descritores de procedimento de leitura e resolução de problemas, como também, para analisarmos as dificuldades das turmas, sempre intensificando nossa atenção para o 6º C e 6º A, pois são formada por alunos com distorção idade-série, alunos repetentes, alunos com déficit de atenção e outros problemas familiares. As atividades foram aplicadas nos horários dos professores de matemática e nos horários de estudo dirigido. A correção das atividades sempre era feita por eles e analisadas com a equipe estratégica. A preparação da gincana foi maravilhosa, pois houve envolvimento quase de 100% dos alunos, como também dos professores da escola, embora não fossem em particular seus alunos. Mas, como muitos dos alunos estão na escola desde o 2º ano, foi criado um vínculo entre eles e os demais professores. Embora não tenhamos alcançado o nosso indicador final que era que 100% dos alunos acertassem 80% de uma avaliação interna(verificamos que no 6º A na avaliação diagnóstica somente um(1) aluno atingiu 80% do teste, já na final nove(09) alunos acertaram entre 80% a 100% do teste ( total de alunos 26); no 6º B na avaliação diagnóstica oito(08) alunos acertaram cerca de 80% a 95% do teste, já no teste final dez(10) alunos acertaram cerca de 80% a 100% ; no 6º C a situação estava crítica na avaliação diagnóstica nenhum aluno chegou a 80% de acerto, mas, já avaliação final, houve um avanço em relação a primeira, dois(02) alunos acertaram 90% da avaliação, e alguns avançaram no percentual de acertos), mas em parte, alcançamos nosso objetivo que foi melhorar a proficiência nos descritores de procedimento de leitura e resolução de situações problema. Os alunos demonstram um maior interesse em matemática, como também estão melhorando seus desempenhos nas avaliações internas. Aprendemos muito com este curso, principalmente na elaboração de um plano de ação bem definido, mensurável e com funções bem definidas. Sabemos que ainda temos muito que aprender. O trabalho não cessou, continuaremos trabalhando nesta linha, e no próximo período letivo, faremos um novo plano de ação, baseado nos princípios deste. Todos que compõe a Equipe da Elos Educacional estão de PARABÉNS, pelo profissionalismo, principalmente, os nossos tutores ABNER, VIVIANE E RENATA, que nos auxiliaram com muita paciência e competência ao longo destes dois anos. OBRIGADO!
EPG Cora Coralina
Rede: Guarulhos (SP)
Melhoria da proficiência escrita dos alunos dos 4º anos do Ensino Fundamental

Resumo do plano 

Realizamos nossos diagnósticos iniciais e através deles, verificamos que os 4º s anos, apresentavam produções de texto sem significado e sem a devida compreensão do gênero, além de outras defasagens muito perceptíveis, e então, resolvemos trabalhar a competência da língua escrita, através dos gêneros narrativos, com o objetivo de melhorar a compreensão da estrutura do gênero textual, a coesão e a coerência, o uso adequado dos sinais de pontuação, bem como, as regras de ortografia.

 A partir desse contexto, formamos nossa equipe estratégica, envolvendo gestão escolar, professores, funcionários, pais de alunos, alunos e parcerias e a todos foram delegadas às funções e responsabilidades que pudessem potencializar nossas metas do desenvolvimento da competência da língua escrita.

Iniciamos nossos trabalhos com muitos materiais de apoio e também referências de autores, indicados pela coordenação, a fim de que pudéssemos nos direcionar no desenvolvimento de nossas ações. Os grupos se reuniam com muita frequência e os gestores faziam questão de acompanhar tudo, mediando o corpo docente, parcerias e coordenação. Nas horas atividades, havia muitas trocas e muita reflexão acerca das peculiaridades de alguns alunos, discutiam também sobre suas práticas e formas de intervenção. À medida que o tempo passava, apareciam conflitos, porém tudo era mediado da melhor forma possível e conseguíamos entrar num consenso. No decorrer desse trabalho árduo, houve muitas angústias, expectativas por parte das professoras, mas a cada dia, os resultados mostravam que todo o esforço estava sendo compensado, pois nas avaliações intermediárias do processo, víamos resultados significativos nas produções, as quais serviam sempre de subsídios para futuras reflexões. Trazíamos para nossas horas atividades também produções com diferentes problemas de apropriação da linguagem escrita que serviam como objeto de estudo para futuras intervenções, além disso, elencávamos junto com a coordenadora, o que precisávamos aprimorar nas produções dos alunos.

Em sala de aula, as professoras, se dedicavam ao máximo, trabalhando de forma muito significativa e diversificada, porém priorizando a reescrita coletiva, a qual oferecia subsídios concretos de reflexão e práticas de escrita relevantes para o desenvolvimento do processo de apropriação.

Nas avaliações do final do processo, ficamos todos surpresos com os excelentes resultados, cem por cento dos alunos estavam realizando produções textuais dentro das expectativas previstas n o Plano de Ação. Apesar de toda nossa dificuldade em trabalhar com o tempo, com os espaços, com o coletivo e inclusive com as parcerias, aprendemos muito com tudo, vimos o quanto nossos alunos podem protagonizar situações de aprendizagens e o quanto o coletivo pode fazer para transformar realidades.