por Elaine Stella

Nós, seres humanos somos dotados de emoções, elas estão presentes em todos os momentos de nossas vidas. Sem se importar com a idade ou os momentos que estamos vivenciando, elas estão lá: surpresa, medo, alegria, confusão, interesse, orgulho, insegurança e coragem. Diante de tantas emoções sentidas, a certeza, estudar sobre elas…

Então, fui em busca de embasamentos teóricos e fiquei encantada com o que encontrei. Nomes como Paul Ekman, Robert Plutchik e Murilo Gun foram os que me inspiraram. Todos são unânimes em dizer que o primeiro passo para lidar com as emoções é identificá-las.

Muitos utilizam a expressão emoção como sinônimo de sentimento, mas elas são distintas. São as emoções que dão origem aos sentimentos. Enquanto as primeiras se referem a uma reação instintiva, uma resposta neural para os estímulos externos, tal como o choro ou o riso, os sentimentos, em geral, refletem como a gente se sente frente a uma emoção.

Lembrei que são sete as emoções universais comprovadas pelas pesquisas do Psicólogo Paul Ekman, mentor do seriado “Lie to me”. Ele estudou por mais de 40 anos, ou seja, teve uma vida dedicada à pesquisa das emoções humanas e listou sete emoções universais: a tristeza, a raiva, a surpresa, o medo, a aversão, o desprezo e por último, a alegria. A tendência natural é sermos propensos mais à negatividade do que à positividade. Ekman começa seu livro “A Linguagem das Emoções” (Lua de Papel, 2011), dizendo: 

Em um post no Instagram, Murilo Gun escreve:

Ao longo da vida experimentamos muitas emoções diferentes, e por vezes somos incapazes de identificar quais estamos sentindo. O psicólogo Robert Plutchik defendeu que as emoções mudam ao longo da evolução do ser humano para se adaptar ao seu contexto, e elaborou um recurso gráfico que facilita o reconhecimento e compreensão da complexidade das emoções: A roda das emoções.

Para Plutchik, as emoções não são boas nem más em si mesmas, mas todas são necessárias e apresentam funções concretas que promovem a sobrevivência e a adaptação.

Trago de lição que entender seus sentimentos e o que eles desencadeiam é o início do desenvolvimento da inteligência emocional. Que viver uma vida sem emoções é impossível, mas isso não significa que devemos ser reféns delas.

Com a inteligência emocional, pode-se gerir o que se sente e agir de forma consciente, evitando arrependimentos e atitudes impulsivas.

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